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Afinal, depilação a laser causa câncer? Esclareça essa dúvida!

Afinal, depilação a laser causa câncer? Esclareça essa dúvida!

A fotodepilação realizada com laser ou luz pulsada são métodos de remoção de pelos muito famosos entre homens e mulheres, graças à sua eficácia e à durabilidade. A procura pela depilação duradoura cresceu muito nos últimos anos e, junto à popularidade, nasceram também algumas crenças.

Uma delas — e a que mais preocupa — é a disseminação da informação de que o método pode causar câncer. Muitas pessoas desistem de se beneficiar dessas técnicas por acreditarem nessa informação, mas é preciso compreender qual é a verdade sobre esse assunto.

Se essa dúvida já passou pela sua cabeça, essa é a hora de acabar com ela! Descubra se a depilação a laser causa câncer. Acompanhe!

Como funciona a fotodepilação com laser ou luz pulsada?

Antes de entender como essa técnica funciona, é importante compreender que existem dois métodos diferentes de fotodepilação: o laser e a luz pulsada.

Ambas as técnicas funcionam basicamente da mesma forma: a luz é atraída pela melanina, proteína presente no corpo humano, responsável por dar cor aos pelos, à pele, aos olhos e ao cabelo. Quando a encontra, ela percorre um caminho até a raiz do pelo e a destrói. O que muda de um método para outro é a intensidade com que a luz é aplicada sobre a pele.

A fotodepilação

Fotodepilação é a depilação realizada com luz, existem dois métodos de fotodepilação, fotodepilação realizada com laser ou fotodepilação realizada com luz intensa pulsada. A diferença entre o laser e a luz pulsada está no feixe de luz emitido. O laser emite um feixe de luz monocromático, ou seja, uma única cor que pode variar de acordo com o equipamento utilizado e a luz pulsada libera um feixe de luz policromático, ou seja, multicolorido.

A fotodepilação com luz pulsada é considerada menos agressiva comparada a fotodepilação realizada com laser, podendo ser usada até mesmo no tratamento de manchas e no rejuvenescimento facial, uma vez que estimula a produção de colágeno.

Além disso, existem outras duas vantagens na fotodepilação com luz pulsada: o método é mais seguro, menos invasivo e pode ser realizado na maioria dos fototipo e tem resultado com a maioria dos tipos de pelos.

A depilação a laser

A depilação a laser, assim como nós dissemos, também usa luz para remover os pelos. A chamada luz monocromática não é dosada como na fotodepilação, o que faz com que o laser penetre em camadas mais profundas da pele. Por esse motivo, a depilação a laser é considerada mais invasiva e provoca mais dor.

A depilação duradoura causa câncer?

A resposta para essa pergunta é direta: não, a depilação duradoura, seja a laser, seja à luz pulsada, não é capaz de causar nenhum tipo de câncer no corpo.

Não se sabe exatamente como esse mito nasceu, mas acredita-se que as pessoas confundem com métodos que usam raios ultra-violeta e raio x. Os raios que representam perigo para a saúde, são os raios incolor.

Os raios que representam perigo para a saúde — como os emitidos pelo sol — são capazes de penetrar na pele e causar danos no material genético das células. Esse tipo de raio atinge camadas mais profundas no corpo e não tem um critério de destruição, o que prejudica o tecido como um todo.

Já a luz emitida na depilação, mesmo que a laser, não penetra em camadas profundas como os raios nocivos. Além disso, os aparelhos funcionam com o objetivo de identificar e destruir o que tem melanina.

Quando atinge seu objetivo, ele não causa danos a mais nada e quando não encontra melanina suficiente, ele simplesmente não reage. Por esse motivo, pessoas com pelos muito claros costumam obter resultados menos satisfatórios.

Existem riscos na depilação duradoura?

ambos os métodos de fotodepilação não são livres de risco para o corpo, mesmo que nenhum deles esteja ligado ao câncer. Esses riscos não estão relacionados aos métodos em si, mas à forma como são feitos. A máquina precisa ser operada por pessoas capacitadas e é necessário que haja uma avaliação correta antes de iniciar qualquer procedimento.

A aplicação de laser ou de luz pulsada realizada por profissionais não capacitados ou em desacordo com os protocolos indicados, podem causar efeitos secundários como: queimaduras manchas, irritação e inflamações.

Antes de iniciar o tratamento é imprescindível realizar uma avaliação para evitar a ineficiência do tratamento ou efeitos secundários indesejados.

Tenha critério na escolha da clínica

A depilação duradoura pode ser vista como um tratamento de beleza e bem-estar, mas é preciso ter critérios muito rigorosos na hora de escolher uma clínica para realizar o procedimento.

A primeira regra é não se deixar levar por preços muito abaixo dos praticados pelo mercado. Esse é um dos motivos que mais resultam em pessoas insatisfeitas.

A segunda dica é que você faça uma pesquisa antes de escolher uma clínica. Procure por dados na internet, registro da ANVISA, depoimentos de clientes, indicações e todas as informações que ajudem a compreender a reputação da empresa, como por exemplo o RECLAME AQUI.

Quando visitar o espaço físico, observe a higiene do local, sua localização e as orientações que são passadas a você. Existe uma série de recomendações — além da ficha de anamnese — que devem ser direcionadas ao cliente antes e depois do método.

Você pode concluir a leitura deste post com uma certeza: essa história de que depilação a laser causa câncer é apenas um mito e você pode apostar nela sem medo, desde que tenha a atenção e os cuidados que recomendamos. Qualquer método, até mesmo uma depilação não duradoura como a cera, precisa ser feita com profissionais qualificados. Coloque sua saúde em primeiro lugar e aproveite 100% do potencial que esses tratamentos têm para oferecer!

Agora que você já conhece os verdadeiros riscos e benefícios da depilação duradoura, entre em contato com a Não+Pelo e conheça nossas soluções!

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